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domingo, 25 de outubro de 2009

Manifesto em defesa do MST




Contra a violência do agronegócio e a criminalização das lutas sociais


 


Assine a petição: http://www.petitiononline.com/boit1995/petition.html

  As grandes redes de televisão repetiram à exaustão, há algumas semanas, imagens da ocupação realizada por integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) em terras que seriam de propriedade do Sucocítrico Cutrale, no interior de São Paulo. A mídia foi taxativa em classificar a derrubada de alguns pés de laranja como ato de vandalismo.








Uma informação essencial, no entanto, foi omitida: a de que a titularidade das terras da empresa é contestada pelo Incra e pela Justiça. Trata-se de uma grande área chamada Núcleo Monções, que possui cerca de 30 mil hectares. Desses 30 mil hectares, 10 mil são terras públicas reconhecidas oficialmente como devolutas e 15 mil são terras improdutivas. Ao mesmo tempo, não há nenhuma prova de que a suposta destruição de máquinas e equipamentos tenha sido obra dos sem-terra.







Na ótica dos setores dominantes, pés de laranja arrancados em protesto representam uma imagem mais chocante do que as famílias que vivem em acampamentos precários desejando produzir alimentos. 

Bloquear a reforma agrária








Há um objetivo preciso nisso tudo: impedir a revisão dos índices de produtividade agrícola – cuja versão em vigor tem como base o censo agropecuário de 1975 – e viabilizar uma CPI sobre o MST. Com tal postura, o foco do debate agrário desloca-se dos responsáveis pela desigualdade e concentração para criminalizar os que lutam pelo direito do povo. A revisão dos índices evidenciaria que, apesar de todo o avanço técnico, boa parte das grandes propriedades não é tão produtiva quanto seus donos alegam e estaria, assim, disponível para a reforma agrária.







Para mascarar tal fato, está em curso um grande operativo político das classes dominantes objetivando golpear o principal movimento social brasileiro, o MST. Deste modo, prepara-se o terreno para mais uma ofensiva contra os direitos sociais da maioria da população brasileira.






O pesado operativo midiático-empresarial visa isolar e criminalizar o movimento social e enfraquecer suas bases de apoio. Sem resistências, as corporações agrícolas tentam bloquear, ainda mais severamente, a reforma agrária e impor um modelo agroexportador predatório em termos sociais e ambientais como única alternativa para a agropecuária brasileira.







Concentração fundiária






A concentração fundiária no Brasil aumentou nos últimos dez anos, conforme o Censo Agrário do IBGE. A área ocupada pelos estabelecimentos rurais maiores do que mil hectares concentra mais de 43% do espaço total, enquanto as propriedades com menos de 10 hectares ocupam menos de 2,7%. As pequenas propriedades estão definhando enquanto crescem as fronteiras agrícolas do agronegócio.



Conforme a Comissão Pastoral da Terra (CPT, 2009) os conflitos agrários do primeiro semestre deste ano seguem marcando uma situação de extrema violência contra os trabalhadores rurais. Entre janeiro e julho de 2009 foram registrados 366 conflitos, que afetaram diretamente 193.174 pessoas, ocorrendo um assassinato a cada 30 conflitos no primeiro semestre de 2009. Ao todo, foram 12 assassinatos, 44 tentativas de homicídio, 22 ameaças de morte e 6 pessoas torturadas no primeiro semestre deste ano.
 


Não violência

 

A estratégia de luta do MST sempre se caracterizou pela não violência, ainda que em um ambiente de extrema agressividade por parte dos agentes do Estado e das milícias e jagunços a serviço das corporações e do latifúndio. As ocupações objetivam pressionar os governos a realizar a reforma agrária.







É preciso uma agricultura socialmente justa, ecológica, capaz de assegurar a soberania alimentar e baseada na livre cooperação de pequenos agricultores. Isso só será conquistado com movimentos sociais fortes, apoiados pela maioria da população brasileira.



Contra a criminalização das lutas sociais



Convocamos todos os movimentos e setores comprometidos com as lutas a se engajarem em um amplo movimento contra a criminalização das lutas sociais, realizando atos e manifestações políticas que demarquem o repúdio à criminalização do MST e de todas as lutas no Brasil.


quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Por que "Não" para as eleições em Honduras e "Sim" à Constituinte




















Curta-Documentário: Por que "Não" para as eleições em Honduras e "Sim" à Constituinte
Autor: Libertits / Lorelei Dittiman


Olá a todos,

Aqui está uma curta-metragem, bem como a documentação de corrupção, fascista e genocida políticas de Porfirio "Pepe" Lobo, bem como o que acontece agora, em Honduras, repressão, crimes contra a humanidade. Diversos documentos, incluindo um da ONU sobre a criminalização da pobreza, da execução extrajudicial e assassinato de crianças jovens, considerados membros da "quadrilha", sem provas (2 / 3 das crianças mortas), pelo ex - Ministro da Segurança e do lado direito Pepe Lobo.

Também é mostrado ponto por ponto, porque não há nenhuma escolha, mas para a Assembléia Constituinte, em Honduras, porque as eleições se destinam a ser fraudulentas e um monte de pontos e análise racional, bem como cenas animadas de humor negro e sátira ao governo de facto, governos anteriores, Pepe Lobo e Elvin Santos.


Polvilhe por favor e ver tudo, é muito importante porque existem tantas coisas e até esquetes não perderam muita força de gravidade e expressar tudo o que esta greve e estas eleições significam para Honduras.

Espero que gostem e abraços

 

 

 

Disponível em: http://www.medioscomunitarios.org/honduras/pag/index.php?id=33&idn=8264

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Editor gráfico do Jornal O Libertador é sequestrado e torturado pelos meliantes fascistas e golpistas títeres de Honduras



Secuestran y torturan a editor del periódico El Libertador











Ao sair para cobrir o fechamento e militarização da Radio Globo e do Canal 36 por ordens do governo fantoche e espúrio, o editor do periódico “Libertador”, Delmer Membreño foi seqüestrado e torturado por quatro homens encapuzados.

A ação criminosa aconteceu nas imediações da rua que conduz ao Bairro La Hoya em pleno centro da cidade, quando de dentro de um veículo pick-up cor vermelha desceram dois indivíduos vestidos de civil “encapuzados” e prenderam o repórter gráfico e editor do diário.

Delmer contou á defensoresenlinea.com, que hoje segunda bem cedo pela manhã chegou ao jornal e se preparou para a cobertura diária relacionada ao fechamento e militarização da Radio Globo e Canal 36.

“Sai do Jornal as 09:00 da manhã , fui pegar um taxi deixando a Radio Globo e indo pela rua perto de La Hoya, e apareceu um pick-up de cabine dupla e desceram dois indivíduos vestido com bala clava civil e com armas, com as pistolas nas mãos me obrigaram a subir na parte de tras da cabine disse nas suas primeiras declarações.

Membreño comentou que logo me agarraram e me encapuzaram, e até este momento não sabia aonde me levavam, andamos mais de uma hora e senti que o carro diminuiu a velocidade e entramos numa rua de terra, o carro parou e um deles falou para o outro me tiraram a bala clava porque queriam ver os meus olhos quando me matassem.

Me colocaram a arma no meu peito e um deles disse não, que não faria, que é melhor esperarmos, que melhor seria avisar o diretor do jornal El Libertador, que irá acontecer com uma sorte pior, declarou o editor gráfico.

“Os policiais me queimaram com cigarros”


Durante os minutos seguintes, Delmer foi vítima de pancadas, chutes, me colocaram de pé e na parte direita da cabeça começaram a me queimar com cigarros na cara, em três ocasiões me queimaram os braços, em duas ocasiões o peito e logo fizeram com que me levantasse e me colocaram novamente o “capuz” e me colocaram no carro.



Mais tarde Delmer Membreño foi deixado abandonado sem sapatos no quilometro 34 da estrada que conduz de Tegucigalpa ao Departamento de Olancho, zona oriental do país.



O editor gráfico ficou sem a sua câmera fotográfica e ao ser consultado sobre a experiência vivida, expressou que “senti muito medo, temor, terror, sentiu que morreria”.
Em relação à situação atual que o país atravessa e, onde a população se encontra em estado de indefinição pela suspensão de seus direitos e garantias Constitucionais, Delmer sente o mesmo medo que tem da ditadura que vai cair, vai cair pelas próprias mãos afogados, porque já não resistem as pressões que estão fazendo contra eles, e a única forma que eles tem de reprimir o povo.



O Libertador é uma publicação quinzenal e sua política informativa compreende o combate a corrupção e ao acompanhamento dos gastos das instituições governamentais.

A partir do golpe de estado perpetrado contra o presidente Manuel Zelaya Rosales, O Libertador tem denunciado as inúmeras violações aos direitos humanos executadas pelos golpistas títeres e fascistas.


Disponível em: http://www.medioscomunitarios.org/honduras/pag/index.php?id=33&idn=8162

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Concentração em todas embaixadas de Honduras do mundo. Todo apoio a resistência contra o golpe ianque-fascista em Honduras!!!



MARCHA MUNDIAL CONTRA EL GOLPE DE ESTADO A HONDURAS Y EN SOLIDARIDAD AL PRESIDENTE CONSTITUCIONAL MANUEL ZELAYA... DIFUNDALO









Concentraciones en todas las Embajadas de Honduras en todo el mundo en apoyo a Mel Zelaya y rechazo al golpe de estado fascista en Honduras el dia 28 de septiembreFRENTE NACIONAL CONTRA EL GOLPE DE ESTADO EN HONDURAS
Posición del Frente, ante el proceso electoral 2009

NI CAMPAÑA NI ELECCIONES LEGITIMAS EN EL MARCO DEL GOLPE





Las elecciones generales sin restitución del orden constitucional serían la legalización de la violencia militar contra el Estado; por tanto, inaceptables. En consecuencia, el Frente Nacional de Resistencia contra el Golpe de Estado, declara:

1. Desconocer la campaña, el proceso y los resultados electorales, si no es restituido el orden constitucional, cuyo fundamento básico es reinstalar en el cargo al legítimo Presidente Constitucional José Manuel Zelaya Rosales.

2. Exhortamos al Partido Unificación Democrática UD, candidaturas independientes, candidatos y candidatas no golpistas a cargos de elección popular por el Partido Liberal y el PINU, que manifieste su posición política con respecto al proceso electoral en el país.
3. Condenar la militarización de la sociedad y del llamado proceso electoral por el los golpistas, que con su presencia armada introducen un elemento adicional de violencia política partidaria y que agudizan las condiciones de exclusión, oscuridad y represión en perjuicio de las y los participantes.
4. Reiterar el llamado a promover la instalación directa de una Asamblea Nacional Constituyente popular, participativa, incluyente, no discriminatoria y democrática.


http://www.redportiamerica.com/frente_nacional_contra.html

Vídeo do Jornal La Nacion mostra o ataque dos gorilas fascistas-golpistas e suas novas armas de repressão, e a resistência popular.



Disponível em: http://www.medioscomunitarios.org/honduras/pag/index.php?id=33&idn=8158

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

FARC-EP









Juramos Vencer y Venceremos!








Manuel Marulanda, el nombre de la resistencia!

“Ya no sólo los estaremos esperando en la otra orilla del río, ya no sólo los estaremos esperando en la otra montaña, ya no sólo los estaremos esperando en la otra región. Ahora volveremos a buscarlos en la orilla del río de donde un día nos sacaron, volveremos a buscarlos a la montaña de la cual un día nos sacaron a la huyenda, volveremos a buscarlos en la región de la que un día nos hicieron correr...” Manuel Marulanda Vélez.

“Mi nombre pertenece a la historia y la posteridad me hará justicia”

Bolívar

De verdad que cuando al comandante Manuel Marulanda Vélez le correspondió el turno de partir, aún habiéndonos él mismo preparado para tal momento siempre posible, mucho más latente y factible en el camino de la lucha armada, su “ausencia” entró como por las puertas de lo inesperado, llenando cada rincón del alma y de la montaña, de un enorme vació indescriptible.


Desde lo más hondo de las cosas de la selva, desde lo más profundo de la memoria, desde lo más recóndito de los anhelos y de los sueños habitados por ese colosal padre de la resistencia comunera, venía el dolor a amordazarnos la palabra y la alegría. El silencio, solo el silencio taciturno, instaló su imperio cuando la noticia de Sandra nos asaltó de súbito aquella tarde fría del luctuoso marzo en la cordillera. “Se nos fue el viejo”, decía una parte del mensaje. Tranquilo, rodeado del amor de sus combatientes, en los brazos de su compañera de trinchera y sentimientos, y hasta último momento conduciendo las operaciones para enfrentar la más grande ofensiva militar lanzada contra movimiento revolucionario alguno en Nuestra América, el legendario guerrillero, el entrañable jefe, el incondicional amigo y camarada había emprendido su marcha hacia la eternidad. Nadie atinó a decir nada, pero cabizbajo, el silencio, entre discretas lágrimas de melancolía, lo decía todo. De inmediato la Dirección de las FARC-EP procedió a colocar en manos del Comandante Alfonso Cano la conducción general de la organización y a hacer los ajustes pertinentes según las directrices preestablecidas para tal tipo de circunstancia.

Ese gran hombre que nos unió con el amor y con la sangre, ese gran padre que nos juntó en torno a sus magnánimos ideales de libertad, llevándonos de la mano por la difícil estrada de la guerra justa, por el intrincado camino del alzamiento armado en favor de los oprimidos, indicándonos con sus modos sabios y sencillos que no era otro el sendero de la vida para los explotados, ya no estaba, pero permanecía.

Ver a Marulanda, tratarlo, escucharlo, sentirse a su lado entre la inmensa carga de cariño y comprensión que prodigaba, era como entrar a un espacio colmado de cordialidad e infinita camaradería. Su presencia que llenaba de confianza y elevado respeto cualquier encuentro estaba aureolada siempre por el sugestivo encanto de su leyenda hecha con su voz de limo y lluvia, con su talante franco, con sus bucólicas maneras afables y generosas que estaban amasadas con el verde del bosque, el azul del cielo…, y, en fin, la tierra, la sagrada tierra de los surcos patrios en los que algún día ha de florecer su siembra de Colombia Nueva.
Sobre el significado, sobre la dimensión humana y política de ese combatiente de toda la vida, difícilmente podríamos aún tener una aprehensión que nos permita definirlo con suficiencia. Habría que repensar, auscultar en la profundidad de su incansable praxis revolucionaria y en el hecho de su cotidianidad, que en últimas es la existencia misma toda, segundo a segundo, dedicada como vida militante a la causa de los oprimidos.
Sin temor a equívocos, Manuel para los farianos es el nombre de la resistencia, un nombre que pertenece a la historia, un nombre al que con certeza la posteridad le hará justicia. Por ello, cuando los párpados del día se fueron cerrando con el ocaso púrpura de la tristeza en aquel marzo de menguante sin lluvia, en aquel aciago marzo de lutos concurrentes, su adiós, a pesar de la nostalgia, no podía ser sino con el puño de la esperanza en alto.

Manuel, nuestro entrañable comandante, entonces para fortuna de todos, no podía simplemente despedirse. Ahí, junto a quienes le hemos querido y admirado…, para quienes le hemos seguido siendo pueblo en armas que combate al opresor, habría de ponernos a su modo la evidencia de su permanencia, en su historia de amor para los pobres, vuelto clave de fuego en la espiral de los recuerdos, como sembrador de utopías…; en la edad imperecedera de sus mil sobre vivencias, una vez más y ya para siempre escapando como el viento de entre las manos de la muerte, labrando en los siglos como en la permanencia de la roca su nombre…

Manuel, Manuel, desde el alba hasta el crepúsculo de la esperanza en el maña transitando; con su calma de caracol retando las tormentas, paso a paso desde la tierra viniendo, para luego retozar en su vientre húmedo de donde germina nuevamente para eternizarse en la memoria del pueblo que le amaba.

No es posible dejar de imaginarlo en el susurro del bosque, en el canto de las quebradas; sentir que con el vuelo de los pájaros el rumor de sus sueños, ondeante se expande sobre el extenso cuenco del cielo.

Manuel, Manuel…; no habría risco y valle, no habría trocha y escondite insurgente, imaginable sin el resguardo de su efigie de indiana América primigenia atrincherada, trashumante, clandestina, andando como el ángel de la guarda del guerrillero. Y es que definitivamente, sólo en la memoria de los pueblos es posible la eternidad de personas que como el Comandante hicieron con su ejemplo, con la conjugación del internacionalismo y la solidaridad, con construcción de un ejército popular, de un partido, de una milicia, de un movimiento bolivariano para la revolución, una simbología imperecedera de abnegación por los demás.




Que reconfortante para el alma sentir que Manuel Marulanda no es de los que terminan en si mismos su existencia; que más allá de su vida perdurará la grandeza de su obra; así, en el “adiós” de Marulanda no hay nada que nos haga mantenernos en luto y en pena, pues él es ya un signo de bienvenida a una nueva aurora de resistencia en la que han de triunfar los oprimidos.

Así, cuando observamos que contra la expansión re-colonizadora en el mundo se han levantado diversos oponentes que no están dispuestos a permitir un destino en el que impere la explotación del hombre por el hombre como punto culminante de la historia, nos encontraremos con que uno de ellos, es el movimiento revolucionario que encarna la insurgencia colombiana, y en ella el movimiento fundado y forjado por el legendario guerrillero.

El héroe insurgente, ha hecho su resistencia perseverante, digna, imperecedera, durante más de medio siglo, contra el capitalismo, contra la imposición del neoliberalismo, contra la globalización del antihumano fundamentalismo depredador del dólar, oponiéndose al credo mezquino de las trasnacionales, a la militancia financista y militarista del imperialismo usurero, hasta la circunstancia de haberse convertido en incómodo opositor, uno de los problemas fundamentales, obstáculo real y difícil para el desenvolvimiento tranquilo de los planes expansionistas de Washington, en tanto que su accionar se ha mantenido como práctica de larga duración muy arraigada en la historia de Colombia y del continente, proyectándose como un legado de dignidad, hasta los horizontes infinitos de la esperanza en un mundo mejor.

El ejemplo y el ideal del guerrillero histórico -Marulandismo podríamos llamarle a esta heroica gesta humanamente humana-, es, entonces, factor inadmisibles para la dictadura hegemonista de las corporaciones y sus lacayos de cada oligarquía local, los reformistas y los timoratos arrepentidos del orbe. Unos y otros sueñan, en consecuencia, con el imposible de la desaparición del proyecto bolivariano de Manuel tanto como con el imposible de mantener en adormecimiento, por los siglos de los siglos, a los pueblos que lidian por su emancipación. Menos podrá ser factible tal circunstancia en tiempos en que se profundizan sin remedio los problemas que están hundiendo al capitalismo en una muerte ineluctable cuyos funerales están anunciados en los factores que engrosan su evidente “crisis sistémica” caracterizada en sus estertores luctuosos, por la terrible intensificación de la represión, de la violencia política y otros pataleos que buscan penosamente aplastar las resistencias activas o pasivas de las rebeldías de los pobres de la tierra que le aguijonean por doquiera a pesar de su ferocidad.

La ofensiva del régimen oligárquico colombiano para aniquilar a las FARC-EP, hace parte de la estrategia del imperialismo global, especialmente del imperialismo yanqui, para arrasar la resistencia a las políticas de expolio y subyugación desatadas no sólo contra los pueblos de Colombia y la América Latina, sino contra los pueblos del orbe que buscan la emancipación anticapitalista.

Entonces, el caso del conflicto político, social, armado que padece Colombiano está contextualizado en el todo de la persecución implacable pero vana que el imperialismo y sus obedientes oligarquías locales desatan contra las izquierdas revolucionarias verdaderas; está inmerso en la estrategia imperialista de sometimiento colonialista que suma invasiones como las hechas sobre el suelo iraquí o afgano…, o medidas espurias que componen la llamada lucha antiterrorista posterior y anterior a la caída de las torres gemelas, o acciones intervencionistas del tipo que se ejecutan contra Palestina y demás pueblos del mundo a los que se les pisotea su derecho a la autodeterminación con el propósito deleznable de la acumulación capitalista.

Siendo las FARC-EP una fuerza creada con paciencia y tesón por un líder de la talla del Comandante Marulanda Vélez, ello implica la existencia en el pensamiento y en la práctica, de una estrategia revolucionaria de sólidos principios, en constante desarrollo, que no se ha dejado embrujar por los cantos de sirena de las desviaciones parlamentarista decadentes que han abdicado del necesario combate teórico y práctico a la perfidia guerrerista de la clase explotadora, al inventar un inadmisible pacifismo que desecha la acción militar como legítimo factor de la praxis revolucionaria.

La visión marxista y bolivariana de la fuerza cimentada por el comandante Manuel no ha caído ni caerá -si se atiende, como hasta ahora, a su modesto legado vital-, en la trampa de la conciliación que se atrinchera en el engaño de ver al Estado y sus aparatos de represión subordinantes como un conjunto apaciguable con paliativos democrateros que en nada tienen que ver con la real participación del pueblo en la conducción del destino de la sociedad, por la sencilla razón de que en sus propósitos históricos ha trazado un derrotero de lucha cuya ética de cimientos morales imbatibles, no pasa por alto que los explotadores han concebido desde siempre una máquina de poder con inmanente carácter violento según su propia condición de origen, que de suyo hace pueril la admisión de la posibilidad de esa superchería llamada “convivencia pacífica”, ya de suyo revaluada por la realidad.

En el caso de las FARC, no nos encontramos ante una construcción donde pueda retozar el marxismo de escritorio, propio de los sapientísimos ideólogos que imponen el oropel del pacifismo y la mansedumbre borreguil de la intelectualidad “postmodernista”. No es el envanecimiento del teoricismo sin compromiso lo que ha forjado Manuel Marulanda Vélez.

Las FARC-EP hacen parte de un presente en el que la crisis capitalista, aún con la presencia de un imperio de ingente poderío bélico, está avocada a un desbarajuste sin precedentes que lo hace más peligroso y que por esta misma circunstancia obliga a no descuidar aquello que la cobardía y el oportunismo de los arrepentidos, reformistas y claudicantes camuflan con retórica pacifista; es decir, el aspecto militar de la lucha de clases. Y precisamente sobre este asunto es que llama la atención la existencia de las FARC-EP, a cuya forja dedicó su vida entera el comandante Manuel, demostrando su posibilidad y pertinencia, y conminando con ejemplo modesto a no dejarlo de lado ni por un instante.

Este asunto es, sin duda alguna, inmanente a la visión estratégica de la praxis política de las FARC como fuerza revolucionaria necesaria. Pero tomando en consideración, ante todo, que la fortaleza y viabilidad de su presencia en el frente de batalla antiimperialista radica, en lo más esencial de su hechura, en la tenencia de una concepción emancipadora en cuyo seno anida la absoluta ligazón y confianza con las pobrerías, con las masas oprimidas y explotadas.

Los desbocados ánimos triunfalistas de la llamada guerra contra el terrorismo, no son otra cosa que la guerra contra las ansias y la determinación de emancipación de los oprimidos. El imperialismo, de manera sangrienta y desvergonzada conjuga su violencia expoliadora llamando terrorismo a la resistencia de los débiles y oprimidos y guerra al terrorismo de los fuertes y opresores, contando con el penoso auspicio y la justificación de los arrepentidos y los equivocados que ciegamente buscan en la resistencia de los oprimidos la causa de la perversidad de los opresores. Asqueroso servicio de lacayos es el que juegan, entonces, mediante sus llamados al desmantelamiento de la resistencia, al desarme -en el sentido estricto de la palabra- de las diversas formas de lucha de los explotados, con la historieta de que la lucha insurgente y la rebelión armada son asuntos de tiempos pasados que no acompasan con el presente. Pero, entretanto, nada dicen contra el imperialismo que sigue clavando por toda parte sus garras de saqueo y de muerte, mediante la diseminación de sus bases militares, sus flotas de guerra, sus tropas, sus huestes mediáticas, sus agentes del derrotismo, etc.

No será la batalla de ideas, desarmada y querubínica, la que detendrá la jauría imperialista sino la sistematizada, preparada, osada y audaz respuesta de los explotados, que no podrá quedarse en el mero plano defensivo sino que en la teoría, en el campo ideológico y en el militar deberá pasar a la ofensiva sin titubeos. Y no es este un capricho artificioso del guerrerismo de los violentos o de los terroristas según el concepto estigmatizante que se aplica a la legítima rebeldía popular. Durante décadas la historia no ha hecho sino reconfirmarnos que es la violencia su partera y que las revoluciones no se hacen con paños de agua tibia.

No es la primera vez y no será la última durante un buen tiempo que el capitalismo aplicará sus tácticas y su estrategia de guerra para mantenerse vivo, pues de ello depende la posibilidad de su acumulación como garantía de existencia. Y al tiempo, el objetivo nodal de la supervivencia humana y la conservación de la naturaleza como su esencia, requiere acabar sin tardanza con la causa fundamental del inminente caos planetario: la presencia avasallante del capitalismo. Así, solamente con la acción revolucionaria de quienes se preparen para esta realidad, evitando las guerras evitables pero enfrentando aquellas de las que dependa abrir el camino de la paz y la justicia, es que haremos el anhelado mundo mejor en el que se garantice la sobre vivencia del género.

Será la acción conjunta de los revolucionarios y de las fuerzas democráticas la que evite la hecatombe nuclear que pende como amenaza sobre el mundo entero y la que acabe con la explotación del hombre por el hombre. La otra triste e inadmisible opción sería la sumisión; es decir, esa condición de lacayo que es más penosa que la muerte.

Frente al inveterado carácter infame de las oligarquías y del imperio, lo que hemos aprendido del Comandante es que no hay otro camino para establecer el estadio de la justicia y la libertad que el de la revolución comunista, que es el rumbo ineluctable que siguen las FARC-EP, combatiendo mediante todas las formas de lucha al imperialismo. Sólo la revolución comunista podrá librarnos del caos. Esa es nuestra convicción, y para lograrla confiamos en el pueblo, en su capacidad de propiciar los cambios radicales que se necesitan; confiamos en la posibilidad de cohesión de las fuerzas revolucionarias del continente y del mundo que van más allá de quienes nos desprecian con el argumento de que no tenemos teoría ni reflexión política y nos tildan de militaristas mientras repiten las ignominias del imperio. No nos desvelan quienes se suman al coro de los que desde el poder despótico propalan el fin del fin de nuestra resistencia, no nos inquietan quienes a nombre de la “oposición democrática” pretenden empujarnos a la hoguera de de las abdicaciones con sus embaucadores consejos elaborados desde su soberbia tontivana de sapientísimos súper analistas de la politología o, mejor, de la escatología que sólo sirve a los intereses de esa albañal que es el reino de las trasnacionales, enmascarándose en el academicismo científico de pacotilla, que ningún compromiso tiene con el destino de los oprimidos.

Preferimos que nos llamen analfabetas. Nunca aprenderemos su ABC de la traición y el arrodillamiento recomendado en sus teorías. Pues con Manuel Marulanda lo que hemos aprendido es a ir de la mano de aquellos hombres y mujeres del pueblo a quienes desprecian y consideran ignaros los oligarcas y sus lacayos…; ir junto a ellos en sus luchas errando, sufriendo sus penas y lutos, fallando y acertando…; ir en sus pies descalzos, untándonos de su sudor descamisado, de su marcha hambrienta…; ir, avanzar con ellos hacia, la victoria o hacia la muerte.

No importa que el camino nos depare lo peor. Recibiremos las vicisitudes de la marcha con decoro. Qué importan los tropiezos, pues como bien lo expresara Bolívar en momentos de dificultades, “nada nos detendrá si el pueblo nos ama”. No estamos hechos para correr despavoridos frente a los primeros golpes del destino, para frenarnos ante los peligros; no tenemos espíritu para la resignación o el derrotismo. Para nosotros nunca será tarde para empezar, para reiniciar y mucho menos para continuar. La lucha revolucionaria es ahora y si las condiciones no estuvieren dadas, habrá que fraguarlas.

Quienes anhelen nuestro desarme teórica, política y moral; quienes nos pretendan renegando de la lucha armada, pueden irse preparando para el desengaño, porque nuestro camino es el trazado por el ingente ideario de los revolucionarios de todos los tiempo, por Marx y Lenin, por Bolívar Libertador…, por el inclaudicable genio de la guerra de guerrillas que ha sido Manuel Marulanda Vélez; es decir, el sendero del sagrado derecho a la rebelión con toda nuestra determinación de sacrificio, dispuestos al diálogo pero también a la guerra justa por la liberación; a la guerra por la paz que es el sueño de los desposeídos.

Si un réquiem ha de sonar ahora no es otro que el del tableteo de los fusiles anunciando la inviabilidad del capitalismo. Eso lo saben los oligarcas y ello los envilece aún más cuando la zozobra de su avaricia insaciable les coloca en el deseo de lograr el aniquilamiento a sangre y fuego de la resistencia popular y una muerte violenta, el peor final para el legendario jefe guerrillero al que tanto temieron, al que tanto han odiado y tanto han perseguido contribuyendo con ello, paradójicamente, a engrandecer lo que ya es una heroica leyenda de resistencia sin igual en la historia contemporánea de Colombia y de Nuestra América.

Ahora, las hienas del fascismo, siguen buscando en la montaña el huerto sagrado donde está sembrado el combatiente; aspiran a encontrar una imposible seña que les permita ingeniar una improbable victoria sobre la presencia avasallante del invicto guerrillero. Pero Marulanda, camaradas, vuelve a escapárseles como el viento. La muerte natural del comandante luego de haber forjado tanto ejemplo de lucha inquebrantable y de haber establecido el ejército revolucionario que hoy se despliega a lo largo y ancho de Colombia, lo deja más vivo, dando con ello un golpe en el corazón de odio de sus perseguidores; haciendo indefectible la pronta alborada de libertad para los pobres.

Frente al altar de nuestros muertos, frente a la memoria y el ejemplo del Comandante Manuel Marulanda Vélez, quienes nos sentimos orgullosos de ser guerrilleros, quienes jamás renunciaremos al legítimo derecho a la rebelión armada, ¡hemos jurado vencer y venceremos!





Textos de: Jesús Santrich, integrante del Estado Mayor Central. FARC-EP.
Septiembre de 2008.

Disponível em: http://frentean.110mb.com/

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Reitoria de "extrema-direita" da UFSC censura Livro de escritor colombiano que relata o "terrorismo de estado" em seu país!




Livro relata o terrorismo de estado praticado pelo narco-assassino governo de Uribe capacho.












Jornalista e Escritor Hernando Calvo Ospina
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Entrevista da Jornalista Elaine Tavares.


Disponível em: http://eteia.blogspot.com/


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segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Justiça do Amapá suspende sentença de José Antônio Toffoli



Indicado para o Supremo Tribunal Federal (STF), o advogado José Antonio Dias Toffoli conseguiu suspender os efeitos da sentença que o obriga a devolver R$ 420 mil aos cofres públicos do Amapá. A condenação está mantida, mas Toffoli só terá de desembolsar os recursos se o Tribunal de Justiça do Estado, que julgará a apelação, confirmar a sentença de primeira instância.

O juiz titular da 2ª Vara Cível, Mario Euzébio Mazurek, recebeu o recurso da apelação de Toffoli e encaminhou o processo ao TJ do Amapá. Os advogados de Toffoli argumentam que o juiz responsável pela condenação, Mario Cezar Kaskelis, cerceou seu direito de defesa. Eles alegam que a sentença foi proferida dias antes da audiência marcada pela própria Justiça do Amapá para ouvir duas testemunhas: o ex-presidente do Supremo e ministro da Defesa, Nelson Jobim, e o ex-ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Carlos Caputo.

Toffoli e seus sócios no escritório de advocacia Firma Toffoli & Telesca Advogados Associados SC são acusados de firmar um contrato com o governo do Amapá para representar o Estado nos tribunais superiores em Brasília. Toffoli e seus sócios foram contratados e deveriam exercer a função dos procuradores do Estado, a quem cabe prestar assistência jurídica ao governo do Amapá. O contrato, feito por meio de licitação pública e prorrogado por um aditivo, exigia apenas que o escritório vencedor dispusesse de dois advogados, com pelo menos dois anos de experiência.

Esse processo é um problema a mais para a indicação de Toffoli e terá de ser explicado aos integrantes da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, onde será sabatinado no dia 30.


Antes mesmo de o nome ser oficializado, Toffoli era criticado por ter sido advogado do PT, ser ligado ao ex-deputado José Dirceu e ter defendido no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) o presidente Lula em três campanhas eleitorais - 1998, 2002 e 2006. Depois que foi confirmada sua indicação, ele decidiu sair de férias da Advocacia-Geral da União e evitar entrevistas ou eventos públicos.




DENÚNCIA CONTRA TÓFFOLI FOI AÇÃO CONCERTADA


A notícia de que o escritório de advocacia de José Antonio Dias Tóffoli já tinha sido condenado por irregularidades na prestação de serviços legais ao governo do Amapá foi publicada simultaneamente por jornalões como a Folha de S. Paulo, O Estado de S. Paulo e O Globo, e grandes revistas como a Veja e a Época.





Como jornalista veterano que sou, com longa atuação tanto nas redações como em assessoria de imprensa, não tenho dúvidas quanto ao que ocorreu: uma mão misteriosa fez chegar tal informação aos principais veículos da imprensa brasileira, mas impôs um embargo de publicação até sábado (19/09).




É uma prática muito adotada nos casos em que um assessor de imprensa tem uma informação quente para passar, mas quer extrair dela o máximo proveito. Embarga-a até uma data estratégica, quando todos os veículos a divulgam simultaneamente, para que nenhum deles seja furado pelo outro.

E por que sábado? Simples: porque é o dia em que vão para as bancas as revistas de maior circulação.

Então, o municiador oculto exigiu que os jornais esperassem tal dia para soltar suas matérias. E as revistas deram espaço mais generoso para esta notícia do que dariam se a estivessem soltando a reboque dos jornais.



Como se nota, principalmente, na Veja, a matéria foi trabalhada com muito empenho. Leva alguns dias para se produzir algo assim.

Então, é de supor-se que a plantação desta notícia desfavorável a Tóffoli ocorreu bem antes da 5ª feira (17/09), quando o presidente Lula assinou sua mensagem indicando-o para o STF.

Digamos, na 2ª feira (14/09), quando Tóffoli já era tido como o preferido do Planalto, foram feitos os contatos.



Os veículos receberam a informação, com um bom prazo para produzirem suas respectivas matérias, que deveriam ser todas publicadas no sábado, caso Lula formalizasse a indicação de Tóffoli até lá. E o acordo, como se pode constatar, foi respeitado por todas as partes.

Tendo sido Gilmar Mendes quem lançou a palavra de ordem "Toffóli não deve votar no julgamento de Battisti!", isto pode indicar que ele haja participado da tramóia e agora esteja tentando despistar, ao, aparentemente, defender o indicado por Lula.

Acompanhe a tramóia aqui no link: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI93993-15223,00-TOFFOLI+PODE+ENFRENTAR+SABATINA+DRAMATICA.html

Ou, apenas, viu aí uma boa oportunidade para alvejar o PT, acusando-o de ter, quando ainda estava na oposição, introduzido a prática de manchar a biografia dos adversários políticos escolhidos para o Supremo.




O certo é que houve uma ação concertada contra o Governo Lula, à qual a mídia deu prestimosa colaboração.

E quem foram os responsáveis pela armação?

Podem ter sido os partidos que querem desalojar o PT do Planalto.

Ou os reacionários mancomunados contra Battisti.


Ou ainda, o que é mais provável, uma ação entre amigos -- até porque esses dois conjuntos se confundem e complementam.
 
Texto de Celso Lungaretti.
Disponível em: http://apesardevc19641985.blogspot.com/?zx=e23e7ce1957f41a8