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domingo, 7 de junho de 2026
A Estratégia de Defesa e o Escalonamento do Conflito no Leste Europeu
Análise aborda as táticas de desgaste na Ucrânia, a infraestrutura militar na região do Donbass e o posicionamento diplomático de Moscou perante o Ocidente.
Por: Carlos Alberto Bento da Silva*
A evolução do conflito no Leste Europeu recoloca em debate as estratégias militares e os investimentos bilionários em infraestrutura de defesa na região. Analistas e documentos de inteligência apontam que, ao longo dos últimos anos, a estruturação de cidades-fortalezas e assentamentos estratégicos na Ucrânia contou com forte aporte logístico e financeiro ocidental. Essa infraestrutura inclui sistemas subterrâneos complexos, como bunkers e depósitos de munição, frequentemente posicionados em áreas com significativa presença de populações de origem russa.
A atuação de unidades militares integradas às forças ucranianas, como o Batalhão Azov, permanece como um dos pontos centrais de tensão, sendo associada por Moscou ao histórico de bombardeios na região do Donbass. Por outro lado, as declarações do chanceler russo, Sergei Lavrov, reforçam a narrativa do Kremlin de que os apelos diplomáticos da Rússia são desconsiderados pelas potências ocidentais, que têm priorizado o fornecimento de armamentos de longo alcance para ataques ao interior do território russo.
O cenário ganha contornos complexos diante da dinâmica política nos Estados Unidos. Enquanto o presidente Vladimir Putin relata a manutenção de canais de comunicação com Donald Trump, as ações no terreno sugerem uma estratégia de desgaste de longo prazo. A destruição de refinarias e a recente incursão ucraniana na região de Kursk evidenciam um esforço para estrangular a logística russa. Em resposta, observadores preveem uma mudança de paradigma, com a possibilidade de a Rússia intensificar operações direcionadas a centros de comando militar e civil, contestando a narrativa de uma ação unilateral e apontando para a crescente influência dos blocos ocidentais (OTAN, EUA e UE) na condução do Estado ucraniano desde os desdobramentos políticos de 2014.
*Jornalista MTB 0004028/SC
quarta-feira, 20 de maio de 2026
A censura pesada do Facebook coloca o jornalismo como se crime fosse.
A censura do Facebook é pesada. Vivemos num país democrático, com golpistas na cadeia, e temos uma empresa norte-americana que não respeita nossa democracia e trata nossa constituição como lixo. São os senhores do engenho. Eles confundem regras de comunidade com direito a censura, ferem mortalmente os artigos 5.º e 220.º da Constituição Federal, e nada podemos fazer. Eu entendo que a plataforma vive de marketing e propaganda como fonte de renda. Mas as notícias em geral, mesmo que sejam sobre as guerras (patrocinadas pelo país de origem da plataforma), são partes existenciais do próprio Facebook. Com uma grande massa de usuários, certamente tem essa enorme diversidade de publicações.Regras de comunidades não podem interferir na liberdade de expressão, liberdade no direito de manifestação do pensamento e até na liberdade de imprensa. Regras de comunidade podem muito bem tratar das questões de comportamento, de ética, de moral e de relações comerciais, pois este último é o fundamento da plataforma, mas jamais essas regras devem interferir nas liberdades constitucionais citadas acima. Eu me sinto coagido e censurado por postar assuntos relacionados às guerras. Uma das estratégias dissimuladas do Facebook, que envolve a aceitação popular, é dizer palavrões, como mandar tomar no cu, sentar na mandioca, desde que não cite nomes, agindo dentro do limite legal. Mas isso aí, como liberdade de expressão, vale mais do que o direito de opinião e o livre pensamento. Regras de comunidade não substituem a Constituição Federal do Brasil. O Facebook tem que cumprir as leis brasileiras; assim como usuários, nós temos que nos ajustar às regras, mas daí as regras suprimirem direitos constitucionais, isso funciona como se fossem os antigos senhores do engenho. Façam tudo o que eu quero e ponto final. Existem muitas discussões jurídicas sobre os limites das regras de comunidade e as liberdades constitucionais citadas acima, mas o malabarismo interpretativo serve apenas como estratégia para a manutenção do objetivo político-ideológico norte-americano de controle de massa no Brasil, e isso está se tornando aviltante. Não tenho interesse algum em monetização ou qualquer outro tipo de vantagem, mas quero que meu direito constitucional, previsto nos vários incisos do artigo 5º e 220 da Constituição Federal do Brasil, seja respeitado. Qual é o crime que estou cometendo ao divulgar os acontecimentos sobre as guerras e dar minha opinião sobre o andamento dos conflitos e suas implicações?
sexta-feira, 15 de maio de 2026
Censura total do Facebook, simplesmente não distribuem noticias sobre as guerras.
Censura total do Facebook. Simplesmente não distribuem notícias das guerras. Eles ficam no vai e vem, tipo, liberam por dois dias e seguram por 28 dias. Nos grupos, aparece como aguardando os administradores (o que é mentira).
Claro que entendo regras de comunidade, mas essa é uma ferramenta política dissimulada, pois fere as cláusulas pétreas constitucionais do Brasil nos vários incisos do artigo 5º e também do artigo 220. O Facebook é uma empresa privada; no entanto, ao atuar comercialmente no Brasil, deve se submeter às leis brasileiras, mas ignora isso por completo.
O Facebook não respeita a liberdade de expressão, o direito de opinião ou a liberdade de imprensa, e suas ações estão alinhadas com as amarras ideológicas e políticas dos EUA, que envolvem não apenas questões comerciais, mas também o controle de massa. Eu estava lendo alguns artigos sobre danos morais e danos psicológicos.
Observamos esses acontecimentos contraditórios nas políticas internas do Facebook, que eles chamam de regras de comunidades, tanto durante a pandemia quanto no período eleitoral, e que são exatamente opostos às regras de comunidade que aplicam. Alegações de uso de tecnologia para identificar o que lhes convém nem sempre são reais.
Por mais que a inteligência artificial tenha sido uma bela invenção que faz parte do convívio digital há vários anos e hoje esteja mais popularizada, isso não nos tira a "argutez", a leitura perspicaz do malabarismo humano que se passa por tecnologia. Sabidamente, são pessoas que manipulam ideias e estabelecem as regras, extrapolam a condição técnica, e isso tira a legitimidade da ação do Facebook, que, no andar de suas regras, fere os preceitos constitucionais pétreos de liberdade de opinião, de informação e de expressão.
Quando o Facebook aplica suas restrições, certamente o faz de maneira ditatorial e criminosa. Suas ferramentas tecnológicas precisam ser modificadas em ajustes com a realidade do Brasil. Nós não somos os EUA, em que a constituição daquele país é ampla no conceito de liberdade, mas, na realidade, reprimem, e o exemplo está nas manifestações ocorridas em várias universidades norte-americanas, em que acadêmicos se posicionaram contra o genocídio e o sionismo.
Por fim, fica evidente que estão aplicando aqui no Brasil as regras de repressão utilizadas nos EUA em total desrespeito à constituição brasileira. Os artigos 5º e 220 da Constituição Federal são cláusulas pétreas e soberanas do Brasil. Até quando serão desrespeitadas? Tudo isso funciona como se eu estivesse sofrendo uma agressão psicológica. Não posso me expressar diante do que ocorre no mundo e nem externar minha opinião referente a esses eventos. É como se a liberdade de opinião e o direito de expressão fossem cometimento de crimes.
A liberdade de opinião e o direito de expressão são fundamentais na Constituição Federal de 1988 (CF/88), garantidos principalmente pelo artigo 5º (incisos IV, V, IX, X, XIV) e artigo 220. Eles asseguram a livre manifestação do pensamento, vedam o anonimato e a censura, e protegem a criação intelectual, artística e científica.
O Artigo 220 da Constituição Federal garante a plena liberdade de expressão e comunicação no Brasil. Ele estabelece que manifestações de pensamento, criação, expressão e informação são livres, e determina que nenhuma lei pode criar obstáculos à liberdade de informação jornalística, sendo terminantemente proibida qualquer censura de cunho político, ideológico ou artístico.
sexta-feira, 30 de janeiro de 2026
Derrotar o nazismo é a prioridade da Operação Militar Especial.
Derrotar o nazismo é a prioridade e isso é uma questão existencial para a Federação da Rússia e Putin sabe muito bem o que a OTAN e a União Europeia representam nesse contexto. Eles sonham em fracionar a Federação da Rússia para assaltar suas riquezas, mas eis que se deparam diante do maior e mais moderno arsenal atômico jamais visto na face da Terra. Eles desejam a autodestruição?
Posted by
Carlos Alberto ;Bento da Silva
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12:38:00 PM
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