OS FILMES ESTÃO LIBERADOS PARA SEREM ASSISTIDOS NO VK.COM - mas vc terá que se cadastrar na rede social russa - DIVIRTA-SE...

Mostrando postagens com marcador Gramscismo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Gramscismo. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 27 de outubro de 2015

CRIME DE LESA PÁTRIA


Caiu no Enem e 85% dos estudantes erraram! Duvido você acertar a alternativa correta.

85% dos estudantes que participaram do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) não acertaram essa simples conta.


Quanto é - 2² + (- 2)² + 2² - (- 2)² ? Ora, amiguinho... É muito simples! Aprenda com o BLOG MATEMATICANDO


Por Carlos Alberto

Para os professores com filiações partidárias o mais importante não é fazer os estudantes estudarem Ciências Exatas. Acredite se quiser. Estudei em Universidade particular - Estácio de Sá, Uniasselvi e Faculdade Energia de Administração e Negócios (FEAN), mas também no Instituto Federal em Camboriú, e eu sei o que realmente estou falando. 

Raramente um professor de universidade pública ou faculdade deixa de comentar sobre questões que envolvem a política.

 Estão certos ou errados? 

Eu diria que estão completamente errados. Militância política se faz em partidos políticos e entidades de classe. Jamais em uma sala de aula. 

O MEC "TRANSFORMOU-SE" em um laboratório ideológico onde as diretrizes ali estabelecidas encampam um projeto partidário ideológico frontalmente criminoso e ilegal diante da nação. 

Seria muito bem vindo uma CPI com profunda investigação naquele ministério. Não somente nas questões orçamentárias, mas também nas questões de metas, diretrizes, conteúdos, grades curriculares e metodologias. 

Sei que irão cair em cima de mim pelo meu ponto de vista, mas a maior comprovação estão nos índices aferidos por entidades e órgãos nacionais e internacionais sobre a educação no Brasil - Somos a 7ª economia, já beirando a 8ª posição do mundo, e estamos na 81ª posição na questão da educação. É preciso acabar com a ideologização da educação pública. 

Não podemos permitir que as escolas transformem-se em braços partidários, tendo os conteúdos das disciplinas voltados para este objetivo estratégico e político. Na verdade essa política petista gramscista caracteriza-se como crime de lesa pátria e de traição..

domingo, 9 de agosto de 2015

DEIXEM O ZÉ DE ABREU EM PAZ!


A insanidade é foda mesmo. Corre nas redes Facebook e Twitter textos e imagens pedindo que o povo boicote o ator José de Abreu que participou ativamente da campanha do PT do último dia 06/08. Bem pessoal, o que uma coisa tem a ver com outra? Titica de nadinha. ZÉ DE ABREU é um baita ator, respeitado, honrado e carismático.  O que ocorre é o fato daquilo que tenho martelado nos últimos dias. Trata-se do gramscismo,  sim, isso mesmo, do gramscismo.  ZÉ DE ABREU tornou-se um "intelectual orgânico" (formador de opinião e ventríloquo) do mais alto nível, talvez um futuro integrante da classe dominante dentro da estratégia gramscista petista, assim como outros artistas caminham nesta direção. Irão defender o PT em qualquer circunstâncias,  mesmo que esteja afundando em corrupção. Fará a defesa petista, assim como um pai ou uma mãe fazem de um filho ou filha, mesmo que estejam com a "cola cagada" (popularmente falando).  É isso ai. Deixem o ZÉ DE ABREU em paz, afinal, ele é um grande artista...

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

DIANTE DOS PANELAÇOS DA CLASSE MÉDIA: POR QUE MESMO LUTANDO CONTRA O AJUSTE NÃO É CORRETO CONVOCAR A DERRUBADA DO GOVERNO DILMA?

Por Liga Bolchevique Internacionalista

Durante o programa eleitoral do PT na noite de ontem, como já era esperado por todos, setores reacionários da classe média em todo o país (moradores de condomínios de alto padrão) voltaram a bater panelas e xingar a presidente Dilma com todos os impropérios mais racistas e preconceituosos possíveis. O fato novo porém é que o Panelaço também foi verificado em bairros e prédios mais modestos, embora possam ser agrupadas no marco geral da classe média. Em regiões proletárias e nitidamente populares não se teve notícias de manifestações contra o governo. A adesão de camadas médias da classe trabalhadora aos protestos contra o governo do PT aconteceu por razões óbvias, estão sendo duramente atingidas pelo ajuste levyano que já trouxe o desemprego e perda de direitos fundamentais para o conjunto da população. Não se pode "tapar o sol com a peneira" o profundo desgaste social do governo Dilma não atinge só a chamada "classe média coxinha", granjeia vastas camadas médias e pauperizadas de nosso povo. Neste contexto onde a crise política ganha contornos de gravidade, setores da "oposição de esquerda" críticas ao agressivo ajuste neoliberal, vem convocando a necessidade da derrubada do governo Dilma. O PSTU, representante maior deste bloco, afirma que não é a favor da saída de Dilma pelas mãos do corrupto Congresso Nacional (impeachment), chamando o movimento social a romper com a política do PT no sentido de buscar outra alternativa de governo, em suas próprias palavras: "O que nosso partido (PSTU) propõe é que os trabalhadores se organizem e lutem para derrubar o governo Dilma." A vanguarda classista que já demonstrou nas ruas a disposição em combater o plano de austeridade fiscal deste governo tão generoso com os rentistas, poderá até ficar "seduzida" com a proposta do PSTU que convida para a derrubada de Dilma. Acontece que a plataforma política destas organizações da "oposição de esquerda" em nenhum momento aponta que para ocupar o cenário vazio de uma possível queda do governo é necessário primeiro construir uma alternativa de poder revolucionário dos trabalhadores, sem a dualidade do poder proletário a derrubada de Dilma obrigatoriamente dará lugar a posse de um outro governo burguês que nesta conjuntura teria colorações de direita. A proposta do PSTU apesar de encoberta de frases radicalizadas como a da "mobilização dos trabalhadores" e "Congresso Corrupto" não aponta na direção da ruptura institucional e revolucionária com este regime, caindo Dilma com as regras constitucionais vigentes ou teremos o vice Temer ou no máximo novas eleições (em um curto prazo) onde o a direita tucana daria um "passeio". Ou seja a única alternativa de poder já constituída no momento para o "default" de Dilma é da ala burguesa mais reacionária e "linkada" diretamente ao imperialismo. Nós da LBI fomos a primeira corrente em afirmar a necessidade de construir uma oposição operária ao governo da Frente Popular, enquanto o próprio PSTU chamava no início a um "apoio crítico", entretanto não confundimos nossa estratégia com a realidade concreta da situação política e organização da classe operária. Na atual conjuntura o "Fora Dilma", sem que haja uma alternativa revolucionária de nossa classe, significa concretamente o "Venha a Direita" para o governo! Se opor ao institucional "Fora Dilma" de maneira alguma representa emprestar apoio político a um governo que facilita a marcha da direita fascista no Brasil. Não podemos cair no grave erro histórico de 1964 quando o movimento de massas ficou atado a um governo nacionalista burguês que assistia passivo a 
conspiração dos golpistas, e isto guardada as enormes diferenças entre um Jango que propunha reformas progressistas e Dilma que implementa o programa dos rentistas do "Consenso de Washington". A tendência é que as manifestações contra este governo organizadas pela oposição conservadora ganhem ainda mais dimensão, a política oficial dos monopólios imperialistas é o do "sangramento de Dilma" (a operação Lava Jato está ainda no início) por um longo período o que colocará ainda mais o PT nas cordas. Este elemento poderá confundir setores do movimento de massas em considerar "justas" as manifestações reacionárias contra Dilma e a "oposição de esquerda" logicamente tentará surfar na "onda da direita" para tirar dividendos eleitorais. Como já afirmamos exaustivamente em artigos anteriores é fundamental a construção de uma alternativa operária diante da grave crise política e econômica que o país atravessa, porém esta senda passa bem longe das saídas institucionais burguesas que estão postas pelas oposições de "esquerda e direita". Demarcar o campo com a reação fascista é um princípio básico para todo Marxista, mas que desgraçadamente os revisionistas do PSTU não concebem. Delimitar claras fronteiras com a política de colaboração de classes da Frente Popular é outro princípio que foi ignorado pelos revisionistas do PCO. Forjar um árduo e necessário percurso no combate pela independência de classe com a bússola da estratégia socialista é a tarefa que se mantém viva nesta etapa política polarizada pelas diversas variantes burguesas.