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sábado, 31 de janeiro de 2015

FORÇAS ARMADAS VENEZUELANAS RECEBEM 'LICENÇA PARA MATAR' CIVIS

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 - No Brasil não é diferente, o PT autorizou, mas não tem peito para assumir, embora a máscara esteja caindo lentamente...
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O Diário Oficial da Venezuela da última 3ª feira (27) publicou uma resolução do Ministério da Defesa liberando o "uso de força potencialmente mortal" (armas de fogo inclusas) para "evitar as desordens, apoiar a autoridade legitimamente constituída e rechaçar toda agressão, enfrentando-a de imediato e com os meios necessários".

Governo que manda atirar no seu povo é porque já passou de maduro, está caindo de podre. 

A permissão para matar só deve ser concedida quando se trata de responder ao fogo inimigo; se os manifestantes não utilizarem armas de fogo, os efetivos policiais também deverão delas prescindir. E a malfadada Resolução 008610 não impõe tal limite, portanto autoriza a responder pedradas com balaços.

Ademais, quando as Forças Armadas saem às ruas para fazer o trabalho da polícia civil, algo está muito errado. Elas existem para destruir inimigos, sua cultura é a de sempre prevalecerem sobre eles, seja por disporem de efetivo numericamente superior, seja por terem mais competência, seja apelando para o uso de violência maior. 

Se, ademais, recebem licença prévia para matar, as chances de massacre se tornam enormes. E conterrâneos civis não devem ser massacrados! NINGUÉM deve ser jamais massacrado!

Deixo registrado meu mais veemente protesto.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Um primeiro balanço político do dia 28: Nem greves, nem paralisações... Atos esvaziados com o objetivo de preservar Dilma!




Convocado como um dia nacional de greves e paralisações pela CUT e as demais centrais sindicais, este 28 de janeiro foi marcado apenas por atos esvaziados nas principais capitais do país. As mais importantes categorias organizadas como metalúrgicos, bancários, correios e petroleiros trabalharam normalmente, sequer assembleias foram convocadas para mobilizar as bases. O movimento popular e camponês, como o MST, MTST e os ativistas contra o aumento das tarifas nos transportes públicos não compareceram. Ficou evidente que as direções sindicais não convocaram o protesto com o objetivo de iniciar a luta para barrar os ataques da “gerentona” petista aos benefícios do INSS, a restrição ao seguro-desemprego e mesmo contra as demissões em curso. Na verdade, a burocracia sindical “chapa branca” fingiu mobilizar os trabalhadores utilizando manifestantes contratados nos protestos para descomprimir a “puteza” das bases contra a investida anti-operária do Palácio do Planalto, mas de fato promoveu atos esvaziados para preservar o governo Dilma!  Pelo Brasil afora as atividades reuniram no máximo duas mil pessoas, como na concentração do MASP em São Paulo. No ABC houve apenas uma passeata de metalúrgicos que não paralisaram integralmente suas atividades. Pequenas concentrações ocorreram em Maceió e Salvador. O Paraná foi o único estado da federação onde os metalúrgicos ligados à Força Sindical cruzaram os braços nas plantas da Renault, Volkswagen e Volvo. Em resumo, as poucas mobilizações que houveram estiveram direcionadas a pressionar o parlamento burguês para que faça “remendos” nas Medidas Provisórias 664 e 665, colocando por terra a farsa que o “dia nacional de luta” reivindicava a revogação das MP´s. Tanto que o protesto foi apresentado como preparativo da “Marcha da Classe Trabalhadora” que sai dia 26 de fevereiro de São Paulo rumo a Brasília, como ficou claro na fala do Secretário-Geral da CUT, Sérgio Nobre “A presidenta conhece bem a CUT e sabe da nossa luta e compromisso. Se a Dilma não voltar atrás nas Medidas Provisórias, certamente ela estará propondo um conflito que nós não queremos. Essas medidas tem que ser retiradas. Se quer fazer alterações, que dialogue com as centrais sindicais. Nós temos propostas, como combater a rotatividade e garantir emprego”. Cabe ressaltar que as centrais sindicais de esquerda como a Conlutas e a Intersindical jogaram pouco peso na atividade enquanto a LER-QI que anunciou “marchar no dia 28 contra os ajustes de Dilma” sequer apareceu no MASP e muito menos na passeata! O PCO que se diz “contra o golpismo” não deu o ar da graça quando se trata de organizar a resistência aos ataques promovidos por Dilma em conluio com a direita tucana. A militância da LBI compareceu no ato da Av. Paulista e publicitou na concentração da marcha o manifesto em defesa da Greve Geral contra a perda dos nossos direitos. O companheiro Roberto Bergoci, dirigente da TRS e da Oposição dos Aeroviários de São Paulo, tentou intervir no carro de som da manifestação mas foi impedido pela burocracia cutista e seus bate-paus fardados. Como ficou evidente, para barrar os ataques da gerência petista e dos patrões é necessário superar a política de colaboração de classes das direções sindicais e a demagogia “lutadora” dos revisionistas do trotskismo, organizando desde os locais de trabalho, moradia e estudo a resistência ao ajuste neoliberal em curso! 
Burocracia da CUT impede a Oposição dos 
Aeroviários-SP de intervir no ato do MASP

Longe de uma manifestação esvaziada e midiática, a LBI defendeu que este Dia Nacional de Lutas por Emprego e Direitos servisse para derrotar os covardes ataques da gerência neoliberal do PT através da ação direta dos trabalhadores! Para isso seria necessário não ter nenhuma ilusão na política de “remendar” o ajuste fiscal no parlamento burguês e preparar a greve geral contra a perda dos nossos direitos! Alertamos no MASP e nos locais onde interviemos que o verdadeiro objetivo das manifestações deste 28 não eram de fato o sepultamento das MP´s por meio da ação direta dos trabalhadores com greves e paralisações mas sim conseguir algumas mudanças cosméticas pela via de alterações a serem feitas no Congresso Nacional.  Desgraçadamente isto nApesar do caráter evidentemente limitado do protesto, reivindicamos que os setores classistas deveriam intervir ativamente nesta mobilização que se proclama formalmente contra a atual ofensiva do governo Dilma a fim de impulsionar a ação direta das massas e nunca para pressionar o parlamento burguês para “atenuar” o ajuste fiscal e monetário em pleno curso, como defende a CUT.ão ocorreu, tanto que foi a Força Sindical que jogou mais peso nas manifestações justamente porque suas bases operárias estão sendo atacadas pelo desemprego enquanto a Conlutas e a Intersindical enviaram poucos militantes, muito menos paralisaram as fábricas em São José dos Campos e no conjunto do Vale do Paraíba.

Como fracasso deste dia 28, as centrais chapa branca agora se voltam para a “Marcha da Classe trabalhadora” no dia 26 de fevereiro. A nona versão desta atividade, que se resume a ir até Brasília para entregar as pautas das centrais a Dilma e o parlamento, já demonstra o quanto ela é um protesto superestrutural e protocolar. Contra esta perspectiva distracionista, os sindicatos combativos e os ativistas da vanguarda classista devem desencadear a resistência operária e popular contra as demissões em curso e aos ataques aos direitos e conquistas pelo governo Dilma, apontando a necessidade urgente de assembleias de base em todas as categorias para organizar uma verdadeira paralisação nacional que busque neste início de ano dar uma resposta da classe operária e do conjunto dos explorados as investidas que estão sendo desferidos pela burguesia e seu governo contra os trabalhadores da cidade e do campo! Só desta forma poderemos romper com a paralisia que as direções “chapa branca”, em seu pacto social implícito com o governo da Frente Popular e os capitalistas, submetem a luta dos trabalhadores em nosso país!

Companheiro Roberto Bergoci, dirigente estadual da TRS-LBI, 
publicita manifesto em defesa da preparação da Greve Geral


Como Sindicalistas Revolucionários chamamos a unidade de ação com o objetivo de preparar uma verdadeira jornada nacional de luta direta contra as “reformas” neoliberais do governo Dilma sem depositar nenhum ilusão na pressão sobre o parlamento e as instituições corruptas desta República dos barões capitalistas! Não será pela via de marchas protocolares e atos esvaziados que enfrentaremos o ajuste neoliberal de Dilma e Levy. Como pontou o manifesto da LBI publicitado amplamente neste dia 28, devemos preparar desde as bases a greve geral contra perda de nossos direitos, a privatização da CEF, as demissões e o arrocho salarial. Por isso, defendemos a realização de um encontro nacional democrático e aberto para unificar as lutas atomizadas em curso, como as manifestações voltadas a barrar o aumento dos transporte e a batalha de classe contra as demissões. A tarefa colocada para o ativismo classista é a aprovação de um plano de luta que contemple ainda no mês de fevereiro uma paralisação geral dos trabalhadores da cidade e do campo, contra os ataques aos seus direitos, benefício do INSS e as demissões em curso, com os professores que tiveram o piso salarial nacional “reajustado” abaixo do índice legal e os metalúrgicos com as demissões na Mercedes-Benz, MTP e as da própria Volks via PDV. Para impulsionar a resistência operário e popular é necessário romper o pacto social implícito que a CUT celebrou com o governo, derrotar propostas como o PPE e levantar um programa de reivindicações operárias via uma verdadeira campanha contra o desemprego, pela redução da jornada de trabalho sem redução salarial e sem banco de horas. Para barrar os ataques do governo Dilma e dos patrões a fim de flexibilizar direitos trabalhistas é necessário à construção de um plano de lutas unitário que aponte para um programa operário e anticapitalista!

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Dia Nacional de Luta por Emprego e Direitos



“Dia Nacional de Lutas por Emprego e Direitos” convocado pela CUT e outras centrais sindicais. Essa mobilização foi decidida após o governo Dilma editar as Medidas Provisórias 664 e 665, um pacote de ataques aos benefícios do INSS e de restrição ao seguro-desemprego. Em um primeiro momento, o Planalto se reuniu com a CUT para acertar seu apoio as medidas draconianas porém o nível da investida sobre os direitos dos trabalhadores foi tamanho pelas mãos de Joaquim Levy que forçou a direção das centrais a convocar a atividade a fim de exigir “ajustes” na MP e descomprimir a “puteza” de suas bases.


segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

28.01 - Dia Nacional de Lutas por Emprego e Direitos: Derrotar os covardes ataques da gerência neoliberal do PT através da ação direta dos trabalhadores! Nenhum ilusão na política de “remedar” o ajuste fiscal no parlamento burguês! Preparar a greve geral contra a perda dos nossos direitos!


Por Liga Bolchevique Internacionalista

Neste dia 28 de janeiro ocorrem em diversas capitais do país o chamado “Dia Nacional de Lutas por Emprego e Direitos” convocado pela CUT e outras centrais sindicais. Essa mobilização foi decidida após o governo Dilma editar as Medidas Provisórias 664 e 665, um pacote de ataques aos benefícios do INSS e de restrição ao seguro-desemprego. Em um primeiro momento, o Planalto se reuniu com a CUT para acertar seu apoio as medidas draconianas porém o nível da investida sobre os direitos dos trabalhadores foi tamanho pelas mãos de Joaquim Levy que forçou a direção das centrais a convocar a atividade a fim de exigir “ajustes” na MP e descomprimir a “puteza” de suas bases. Desde a LBI alertamos que o verdadeiro objetivo das manifestações deste 28 não é de fato o sepultamento das MP´s por meio da ação direta dos trabalhadores com greves e paralisações mas sim conseguir algumas mudanças cosméticas pela via de alterações a serem feitas no Congresso Nacional, que as analisará no começo de fevereiro. Tanto é que na “Nota unificada das Centrais Sindicais: Em defesa dos direitos e do emprego” (14.01) elas proclamam “De forma unânime as Centrais Sindicais reivindicam a revogação/retirada dessas MPs, de modo a que se abra uma verdadeira discussão sobre a correção de distorções e eventuais fraudes, discussão para a qual as Centrais sempre estiveram abertas”. Apesar do caráter evidentemente limitado do protesto, os setores classistas devem intervir ativamente nesta mobilização que se proclama formalmente contra a atual ofensiva do governo Dilma a fim de impulsionar a ação direta das massas e nunca para pressionar o parlamento burguês para “atenuar” o ajuste fiscal e monetário em pleno curso, como defende a CUT. Os sindicatos combativos e os ativistas da vanguarda classista devem aproveitar o dia 28 para desencadear a resistência operária e popular contra as demissões em curso e aos ataques aos direitos e conquistas pelo governo Dilma, apontando a necessidade urgente de assembleias de base em todas as categorias para organizar uma verdadeira paralisação nacional que busque neste início de ano dar uma resposta da classe operária e do conjunto dos explorados as investidas que estão sendo desferidos pela burguesia e seu governo contra os trabalhadores da cidade e do campo! Só desta forma poderemos romper com a paralisia que as direções “chapa branca”, em seu pacto social implícito com o governo da Frente Popular e os capitalistas, submetem a luta dos trabalhadores em nosso país! Neste sentido, também nos opomos ao programa da “Frente pelas Reformas Populares” deliberado na reunião do último 19.01 entre o MTST, CUT, MST, UJS, Intersindical e PSOL na medida que propõe “Lutar pelas Reformas Populares e Enfrentar as pautas da direita na sociedade, no Congresso, no Judiciário e nos Governos” sem apontar que hoje é o governo Dilma que aplica esta política, visando assim preservar a “gerentona” petista, que foi apoiada no segundo turno das eleições presidenciais pelo grosso destas entidades. A proposta de organizar uma Frente de Esquerda para intervir nas lutas é importante, desde que seja para combater nas ruas a ofensiva imperialista e suas gerências tupiniquins, que no Brasil tem o PT como principal representante no governo federal. Como Marxistas Revolucionários chamamos particularmente o MTST, MST e centrais sindicais da esquerda para em unidade de ação utilizar esse dia 28 com o objetivo de preparar uma verdadeira jornada nacional de luta direta contra as “reformas” neoliberais do governo Dilma sem depositar nenhum ilusão na pressão sobre o parlamento e as instituições corruptas desta República dos barões capitalistas! A ofensiva imperialista gerenciada por Dilma não dá sinal de nenhuma “trégua”, seu “homem dos rentistas”, o ministro Levy, afirmou para seus colegas banqueiros em Davos que pretende acabar com o seguro desemprego. Somente uma resposta política enérgica do movimento de massas poderá derrotar os planos de ajuste do capital financeiro, é necessário começar a debater e organizar uma verdadeira greve geral contra a perda dos nossos direitos!

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Apagão e Seca

É engraçado, todos reclamam da falta de água e do apagão. Mas Dilma Rousseff continua permitindo ao agronegócio, aos grileiros e aos contrabandistas de madeiras, de que podem queimar e destruir a Amazônia Brasileira - Decretar desmatamento zero é a solução contra a seca e o apagão, sintomas esses, que assolam o Brasil...


quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

ME ENGANA QUE EU GOSTO...




Sobre o debate dos blogueiros progressistas patrocinado por outros jaguaras manipuladores e anticomunistas, ficou evidente a farsa montada para convencimento e defesa do governo Petrolão de Dilma apagão...



Esse Stedile ai é um leitão que mama deitado. Enquanto a falsa esquerda, os sindicatos amarelos, o MST (uma farsa católica de viés capitalista), as linhas auxiliares e os jegues ficarem masturbando o PT, socialismo e revolução somente na outra encarnação...

As mudanças que Stedile falou já estão acontecendo. A maior de todas é que não existe  mais latifúndios no Brasil, os índios e os quilombolas são  postiços...