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sexta-feira, 24 de maio de 2013

Atentados em Santa Catarina "Eu já vi este filme"!

Torturas dentro de presídios de SC gera protestos nas ruas de várias cidades do estado que se considera de 1º mundo...


Os protestos executados nas ruas de várias cidades de Santa Catarina ocorridos nos últimos dias refletem a falta de políticas publicas e desrespeito aos direitos humanos nos presídios do estado que, pasme, se acha de 1° mundo.  

Não adianta após o “leite derramado” buscarem “soluções” emergenciais baseadas no aumento da repressão dentro dos presídios.

Por muitas vezes já comentamos que este descontentamento demonstrado através de incêndios de ônibus e outros meios levados para fora dos cárceres eram provocados pelas constantes ações de torturas, violências e falta de condições salubres dentro dos presídios, naquilo que teria como objetivo a re-socialização dos apenados, alicerçados nos princípios universais dos direitos humanos.

 Em várias reportagens da mídia televisa, tem-se notado a cobrança por maior repressão ao invés de soluções efetivas para acabar com as torturas institucionalizadas representadas nas péssimas condições de higiene, alimentação, saúde e de assistência jurídica durante o período do cumprimento das penas.

Além disso, é inaceitável que o “estado” patrocine o constrangimento permanente a que são submetidos os familiares dos apenados, durante as visitas periódicas que lhes é de direito.

 Submeter mulheres, crianças e idosos a revistas “tocando nas partes íntimas é no mínimo deplorável, desumano e falta de respeito com aqueles que de uma forma ou de outra ajudam com suas presenças na tranqüilidade e na paz social dentro das celas.

Não será com a “Força Nacional” e o aumento da repressão que irão sufocar os protestos e tranquilizar os presos. 

É preciso que haja ações sociais e humanas dentro dos presídios, como a implantação de cursos profissionalizantes de geração de empregos internos para a redução de penas, de assistência religiosa, de educação fundamental e secundarista para que as prisões cumpram o seu papel na re-socialização dos apenados.

E, não venham os demagogos com aquele velho papo furado de que estamos defendendo o direito dos “manos” etc. Trata-se na verdade de se clamar por justiça social baseada no cumprimento da própria lei burguesa que determina os princípios acima expostos.


Não há condenação maior do que a perda da liberdade, sendo assim, cabe ao estado fazer a sua parte baseado no cumprimento da lei maior e das leis universais que regem os direitos humanos pelo qual o Brasil é signatário e a mesma serve também como bíblia juramentada por dezenas de profissões entre essas as do direito, da magistratura e das policias civis e militares...