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quarta-feira, 20 de maio de 2026

A censura pesada do Facebook coloca o jornalismo como se crime fosse.

A censura do Facebook é pesada. Vivemos num país democrático, com golpistas na cadeia, e temos uma empresa norte-americana que não respeita nossa democracia e trata nossa constituição como lixo. São os senhores do engenho. Eles confundem regras de comunidade com direito a censura, ferem mortalmente os artigos 5.º e 220.º da Constituição Federal, e nada podemos fazer. Eu entendo que a plataforma vive de marketing e propaganda como fonte de renda. Mas as notícias em geral, mesmo que sejam sobre as guerras (patrocinadas pelo país de origem da plataforma), são partes existenciais do próprio Facebook. Com uma grande massa de usuários, certamente tem essa enorme diversidade de publicações.Regras de comunidades não podem interferir na liberdade de expressão, liberdade no direito de manifestação do pensamento e até na liberdade de imprensa. Regras de comunidade podem muito bem tratar das questões de comportamento, de ética, de moral e de relações comerciais, pois este último é o fundamento da plataforma, mas jamais essas regras devem interferir nas liberdades constitucionais citadas acima. Eu me sinto coagido e censurado por postar assuntos relacionados às guerras. Uma das estratégias dissimuladas do Facebook, que envolve a aceitação popular, é dizer palavrões, como mandar tomar no cu, sentar na mandioca, desde que não cite nomes, agindo dentro do limite legal. Mas isso aí, como liberdade de expressão, vale mais do que o direito de opinião e o livre pensamento. Regras de comunidade não substituem a Constituição Federal do Brasil. O Facebook tem que cumprir as leis brasileiras; assim como usuários, nós temos que nos ajustar às regras, mas daí as regras suprimirem direitos constitucionais, isso funciona como se fossem os antigos senhores do engenho. Façam tudo o que eu quero e ponto final. Existem muitas discussões jurídicas sobre os limites das regras de comunidade e as liberdades constitucionais citadas acima, mas o malabarismo interpretativo serve apenas como estratégia para a manutenção do objetivo político-ideológico norte-americano de controle de massa no Brasil, e isso está se tornando aviltante. Não tenho interesse algum em monetização ou qualquer outro tipo de vantagem, mas quero que meu direito constitucional, previsto nos vários incisos do artigo 5º e 220 da Constituição Federal do Brasil, seja respeitado. Qual é o crime que estou cometendo ao divulgar os acontecimentos sobre as guerras e dar minha opinião sobre o andamento dos conflitos e suas implicações?

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