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quarta-feira, 20 de junho de 2012

Tijoladas na mentira: Meu nome é Carlos Alfredo...



















Caro leitor,

Eu faço questão de republicar essa matéria do blogue "Tijoladas na Mentira", porque reflete exatamente aquilo que os petistas sempre foram, ou seja, representantes do pensamento burguês, incrustados nos movimentos sociais.


Tijoladas na mentira: Meu nome é Carlos Alfredo...

Lula Malufando...
O PT mostrando a sua cara camaleão...

...Desde a minha infância de judeu pobre que sou movido por um sentimento de contestação contra as injustiças sociais, do modo burguês de viver. Modo este, que não enxerga o seu semelhante, que não tem a capacidade de olhar o seu próprio umbigo.

Se perfeito fossem, não estariam criando regras sociais que lhes protejam no cerne da sua individualidade.

Não obstante, cruzam o caminho de agentes sociais de fato, discursando e manipulando um pressuposto objetivo coletivo, que, através de ONGs dissimuladas e de partidos de essência burguesa, escondem no seu âmago os verdadeiros interesses pessoais de objetivos privados.

Eu diria que conheci algumas ONGs que eram verdadeiras catapultas eleitorais de interesses particulares dos seus mentores.

Nas circunstancias dos fatos durante as lutas nos movimentos sociais recentes, pra mim, ficou evidente que os fatores ideológicos que propagavam, não passavam de artimanhas que ocultavam os seus verdadeiros amigos de um cenário previamente montado, que era naquele momento, o cerne do seu arco ideológico de sempre.

Basta olharmos no presente os arcos das alianças eleitorais que governam este país e, se fazem presentes nos processos eleitorais aqui no estado de Santa Catarina, principalmente na Capital. Os inimigos de ontem (?), são os amigos de hoje e de sempre.

Teologia da Mentira

Eis aí a camaradagem desenvolvida entre os velhos e os jovens dirigentes partidários da falsa esquerda, dos igrejeiros e dos “falsos pobres” com os velhos coronéis representantes dos partidos camaleões remanescentes da ditadura militar.

A igreja católica sempre foi um instrumento de manipulação a serviço da sociedade burguesa e do imperialismo internacional. Ela divide-se em duas alas, a secular e a progressista.

Infiltrada, busca através de sua participação nos movimentos sociais, o objetivo maior de se eternizar enquanto instituição. Na verdade, é a velha igreja católica e anticomunista, dos padres pedófilos, e dos inquisitores mentirosos, tentando sobreviver com as mudanças no mundo.

Ora, a sua opção pelos pobres a partir da Conferencia Episcopal Latino americana ocorrida no ano de 1972 na cidade de Puebla no México, é conversa para inglês ver no mais amplo sentido da palavra, um verdadeiro engodo ideológico.


Ai está à reforma agrária defendida pelos apêndices do capitalismo religioso, no marco capitalista da exploração de classe.

Defendem com unhas e dentes o pagamento de milhões de reais para latifundiários e grileiros, dentro das suas políticas de perfil ideológico, enganador, e previamente definido. Assim fazem também nas lutas políticas urbanas quando defendem o modelo capitalista de reformas.

Suas estratégias de luta estão a anos luz dos interesses vitais da classe trabalhadora, caracterizando-se como objetivos “oficiais” do clero excepcionalmente pedófilo e pernicioso.

As suas ações políticas, manipuladoras e criminosas, representam o fortalecimento do caráter democrático-burguês de viés capitalista das lutas do campo e da cidade.

Mais do que isso, tornam-se uma alavanca para a perpetuação das injustiças sociais, ao defenderem o modelo capitalista de reforma agrária.

Esse grupelho de teólogos católicos incrustados nos movimentos sociais está comprometido até a medula óssea com a eternização de sua instituição, maquiavélica e inquisitória.

Essa ingerência histórica também representa indubitavelmente uma vertente oportunista e anticomunista, baseada na teoria “exegética” mentirosa da opção pelos pobres. Eis ai o canto de sereia trombeteado pelos capitalistas de batina.

Os grandes depósitos de terras ociosas que aguardam valorização para a especulação imobiliária são os seus aliados ocultos.

Se no sistema capitalista brasileiro expresso na carta magna, a terra tem de cumprir a sua função social, a expropriação é a medida certa.

Historicamente são todos velhos amigos sentados em poltronas diferentes, com discursos diferentes, mas nitidamente, com objetivos siameses.


E, o povo?
Foda-se... São inocentes úteis para os interesses do pensamento burguês do qual a corja representa.