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sábado, 22 de agosto de 2015

75 ANOS DO ASSASSINATO DE TROTSKY: NA LUTA PARA DERROTAR A CONTRARREVOLUÇÃO E O REFORMISMO, LEVANTAMOS A BANDEIRA DA IV INTERNACIONAL PARA HONRAR O VIVO LEGADO DE NOSSO CHEFE BOLCHEVIQUE!


Por Liga Bolchevique Internacionalista

Vivemos em pleno século XXI uma onda reacionária que percorre o planeta. Desgraçadamente não é o “espectro do comunismo” como apontava Marx e Engels em 1848 no Manifesto Comunista que nos ronda, mas a barbárie e fascismo avançam sobre os povos, através de guerras de rapina neocolonialistas, ataques econômicos dos abutres internacionais, golpes militares ou "parlamentares" e contrarrevoluções, escalada pavimentada e facilitada pela política suicida de colaboração de classes do reformismo, do nacionalismo burguês e da socialdemocracia que paralisa o movimento de massas e sua resistência de classe. Nesses tempos de reação, de profundo retrocesso ideológico, político e cultural, aberto fundamentalmente no lastro da derrota histórica que o proletariado mundial sofreu com a destruição da URSS e do Muro de Berlim, é que homenageamos nosso camarada e chefe Leon Trotsky nos 75 anos de sua morte, quando foi assassinado em 21 de agosto de 1940 de forma traiçoeira por um agente disfarçado da GPU estalinista no México. Como o Velho, sabemos “remar contra a maré”, sem falsos atalhos oportunistas e euforias artificiais próprias do revisionismo, ele mesmo pagou com sua vida por não capitular a Stálin e, mais ainda, por não aceitar qualquer aliança com o imperialismo “democrático” para atacar a URSS mesmo degenerada e “totalitária” quando poderia assim ter “ganho” a simpatia da “opinião pública mundial”. Na sua casa na cidade do México, com um punhado de militantes revolucionários dedicados, Trotsky resistiu até onde pôde as investidas da polícia política soviética e seus serviçais espalhados pelo planeta, mantendo firme a luta política e programática pela revolução proletária, a construção do partido internacionalista e a defesa do comunismo como futuro para a humanidade. Por dedicar integralmente sua vida a construção do Partido Mundial da Revolução, pagou com sangue a defesa intransigente que talhou desde jovem em São Petersburgo (quando dirigiu o Soviete local) os princípios do internacionalismo proletário, o combate a conciliação de classes, ao oportunismo e ao sectarismo. Como fundador e dirigente do Exército Vermelho protegeu a URSS do cerco imperialista depois de 1917, já na condição de fundador e dirigente da Quarta Internacional defendeu a URSS dos ataques fascistas e denunciou a degeneração stalinista após a morte de Lenin. Trotsky, hoje, estaria ao lado daqueles que combatem as falsas “revoluções” no Oriente Médio e na Ucrânia, denunciaria os filisteus revisionistas que se juntam a Casa Branca e da OTAN em nome da defesa da “democracia” e dos “direitos humanos” para atacar regimes nacionalistas apresentados como “ditaduras”, como o fez no seu exílio no próprio México quando o governo do General Cárdenas foi atacado pelo imperialismo ianque “democrático”, sem jamais pactuar com a burguesia nacional em detrimento aos interesses do proletariado local e mundial. Aqui no Brasil, enquanto muitos “trotskistas” flertam com a direita reacionária ou, por outro lado, alguns tornam-se seguidistas da frente popular, seus genuínos herdeiros sabemos como nos ensinou o “Velho” a andar no “fio da navalha” sem capitular a reação fascista e ao PT mas defendendo de forma intransigente a resistência operária e popular aos ataques covardes do governo Dilma, serviçal dos rentistas. Neste momento de extrema polarização política em nosso país e em todo planeta, mais do que nunca a LBI levanta desde suas modestas forças militantes a bandeira da reconstrução da IV Internacional, não como um “passo atrás” ou saudosismo histórico mas como parte fundamental e necessária da luta para que a humanidade possa desfrutar, como dizia ele, plenamente a vida e seus prazeres sem estar presa aos grilhões da opressão e exploração impostos pelo senil modo de produção capitalista. Por isto, de punhos erguidos, homenageamos com todo orgulho, dedicação e paixão militante nosso mestre bolchevique nestes 75 anos de sua morte! Trotsky presente na luta sempre!