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domingo, 29 de julho de 2012

Eleições democráticas em Camboriú!



O que é o Partido Democrático Trabalhista? Como surgiu, e qual a sua historia?

Nesta postagem comentarei talvez minimamente as origens deste partido, que de fato eu não tenho nada a ver, mas, confesso, eu vi surgir, acompanhei a sua trajetória, sua luta, sua história. 

Deixo claro que tenho no PDT, como também tenho em outros partidos, vários amigos que, eu diria, de várias matizes ideológicas, quer seja de direita ou de esquerda.

Ora, eu tomo a liberdade de comentar sobre este partido, pelo fato de estar acompanhando alguns acontecimentos desde quando cheguei aqui em Camboriú, na verdade, proveniente de Florianópolis.

Bem, como a minha companheira é de uma família tradicional e centenária da cidade, semelhante às tantas outras dezenas aqui existentes, fica mais fácil justificar essa minha inteiração referente aos eventos políticos dos últimos quatro anos.

Na verdade, essa minha ingerência peculiar neste assunto, se explica na minha condição de militante político, porém, ressalvo de antemão, com extrema isenção nas avaliações que por ora faço e, também pela minha condição de jornalista profissional devidamente registrado no Ministério do Trabalho.

No meu entendimento, o fato anterior aos acontecimentos vigentes, principalmente aqueles comentados a boca pequena (ao pé dos ouvidos) em rodas de moradores (sic), direciona o assunto para os ocorridos contra a sede da prefeitura da cidade (atiraram contra a fachada do prédio, ninguém sabe a autoria), ainda nos meses passados e, mais recentemente, ainda nesta semana que finda, ocorreu um incêndio dito pela policia em suas avaliações preliminares, ser de perfil criminoso, ou seja, alguém ali ateou fogo no veiculo particular do Prefeito em exercício da cidade.

Trata-se na verdade do nosso vice-prefeito que exerce essa tratativa por conta do pedido de licença efetuado pela prefeita Luzia Mathias Coppi/PSDB.


Bem, todos nós sabemos, e, é de conhecimento público que o ex- Prefeito Edinho tem contra si duas ações promovidas pelo ministério publico estadual. Sendo uma criminal e outra política, aliás, eu faço essa distinção, pelo fato de não ser portador de uma matéria que possa constranger ou difamar o ex-prefeito, que, mesmo eu sendo jornalista, ainda assim, nesta e tão somente nesta, eu não sou o porta-voz de injustiçados e tampouco da justiça, é obvio. Portanto deixo claro essa minha posição.

Como qualquer outro cidadão, eu sei desde há muito tempo dos entreveros divulgados pela imprensa nanica e pelos grandes jornais, afinal, freqüento esta cidade desde 1996 e resido aqui desde 2008,.

Sendo assim, sei também que o ex-prefeito é, mesmo, e, apesar do que pesa sobre si, um cidadão que fora considerado um bom prefeito. 

E, mesmo tendo contra si, outras acusações que não cabe a um jornalista ficar esmiuçando a torto e a direito (popularmente falando) como se um juiz fosse. Quem é que não tem telhado de vidro?

Neste caso, eu comento com toda desenvoltura a capacidade e o discernimento que uma pessoa, (e, por favor, não me tache de defensor de algures ou partes em pendengas jurídica ou política), de que um político que fora bem sucedido nas urnas nas eleições de outrora, que também é bem quisto por uma boa parcela da comunidade Camboriuense, iria sujar a sua reputação com atitudes chulas como essas que nominei mais acima.



Ora, um político da envergadura eleitoral e popular como o ex-prefeito de Camboriú, não perderia tempo com essas ínfimas mazelas, que no fundo mesmo, são apenas ações de efeitos psicológicos para deleite do nada com o nada que, certamente esta sendo patrocinada por pessoas com interesses em atingir um ou outro candidato.

 Politicamente falando, a fila anda e o tempo cobra os erros que venhamos a cometer.

Esse fato se verifica nos resultados das urnas em qualquer pleito eleitoral do qual venhamos a participar.


 De fato mesmo, quem sai perdendo é a cidade de Camboriú que, pasmem, fica sendo vista no cenário nacional como terra de pistolagem política, sem que isso seja um fato verdadeiro.

Por outro lado, fica evidente a grande responsabilidade que todos nós temos em relação a preservação do processo eleitoral e democrático que engrandece  os novos tempos pós ditadura militar.


E, ademais, estamos em Santa Catarina, um dos estados mais próspero e feliz do país, mesmo com as contradições existentes no campo da justiça social.

Contrariando o zum -zum característico, e, logo após os últimos acontecimentos, precisamos entender que acima de falácias, existem partidos políticos sérios e comprometidos com a democracia e o desenvolvimento econômico e social da cidade, neste caso, o PDT é um partido que poderemos chamar como sendo  um dos navios capitânias desta empreitada histórica, que é, fazer de Camboriú uma cidade de justiça social.



O PDT - Partido Democrático Trabalhista, é um partido político brasileiro de centro-esquerda e de ideologia trabalhista, fundado por políticos e intelectuais brasileiros no final da década de 1970, logo após o início do processo de abertura política da ditadura militar. Seu número eleitoral é o 12. 

 O PDT é o único partido brasileiro a integrar a Internacional Socialista.
É o partido de origem da atual presidente Dilma Rousseff, que o trocou pelo Partido dos Trabalhadores no ano 2000, pelo convite do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e amigo do fundador do partido Leonel de Moura Brizola.

É, com efeito, uma das legendas de situação do atual governo, estando à frente do Ministério do Trabalho e Emprego.

O trabalhismo do PDT
Com a anistia política e o fim do bipartidarismo no final dos anos 1970, Leonel Brizola, ainda no exílio, resolve reunir políticos e intelectuais progressistas para a re-fundação do trabalhismo na vida partidária nacional. 

É nesse sentido que um congresso é realizado na cidade de LisboaPortugal culminando ao final com a redação de um documento que ficou conhecido como Carta de Lisboa, e que é considerada como sendo da fundação do PDT.

Nesse momento, o trabalhismo que viria a ser adotado pelo PDT sofre uma certa mutação. Tendo maior contato com os ideais socialistas e social-democratas do Estado do bem-estar social dos países europeus durante a segunda metade do século XX, políticos que viriam a formar a liderança do PDT, resolvem patrocinar uma evolução no conceito trabalhista, considerando-o como sendo uma forma democrática de se chegar ao socialismo, o que não existia no trabalhismo defendido nas décadas anteriores.

Essa evolução pode ser confirmada pelo seguinte trecho da Carta de Lisboa:
“Analisando a conjuntura brasileira, concluímos pela necessidade de assumirmos a responsabilidade que exige o momento histórico e de convocarmos as forças comprometidas com os interesses dos oprimidos, dos marginalizados, de todos os trabalhadores brasileiros, para que nos somemos na tarefa da construção de um Partido Popular, Nacional e Democrático, o nosso PTB (antigo). Tarefa que não se improvisa, que não se impõe por decisão de minorias, mas que nasce do encontro do povo organizado com a iniciativa dos líderes identificados com a causa popular.

Nós, Trabalhistas, assumimos a responsabilidade desta convocatória, porque acreditamos que só através de um amplo debate, com a participação de todos, poderemos encontrar nosso caminho para a construção no Brasil de uma sociedade socialista, fraterna e solidária, em Democracia e em Liberdade.”

“Art. 1 – O Partido Democrático Trabalhista – PDT – é uma organização política da Nação Brasileira para a defesa de seus interesses, de seu patrimônio, de sua identidade e de sua integridade, e tem como objetivos principais lutar, sob a inspiração do nacionalismo e do trabalhismo, pela soberania e pelo desenvolvimento do Brasil, pela dignificação do povo brasileiro e pelos direitos e conquistas do trabalho e do conhecimento, fontes originárias de todos os bens e riquezas, visando à construção de uma sociedade democrática e socialista.”

Como podemos ver o PDT é um partido comprometido com o bem estar social.
É por isso que temos a certeza de que, mesmo o então prefeito Edson Olegário (Edinho) tendo saído do PSDB por motivos pessoais, ainda assim será um candidato leal aos princípios pedetista, na busca da igualdade social com democracia.

Não podemos cair na conversa ou no lamaçal daqueles que querem transformar um direito democrático, do qual possuímos, em um inferno psicológico patrocinado por pessoas que apenas almejam tumultuar as relações entre partidos políticos e cidadãos.

Vamos lutar por isso democraticamente e deixar que as instituições competentes resolvam os problemas que eventualmente temos na nossa individualidade.

Camboriú terá sim, as melhores e mais calmas eleições de todos os tempos.

Fonte auxiliar: Wikipédia